<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715</id><updated>2012-02-16T04:37:37.904-03:00</updated><title type='text'>Histórias Mal Contadas</title><subtitle type='html'>Tudo vira uma história. Basta que alguém conte.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-8710872606746447775</id><published>2011-02-07T10:54:00.002-03:00</published><updated>2011-02-07T10:55:43.174-03:00</updated><title type='text'>Frase da semana</title><content type='html'>"O cartão de crédito lembra a você que o Natal dura quase seis meses"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-8710872606746447775?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/8710872606746447775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=8710872606746447775&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8710872606746447775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8710872606746447775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2011/02/frase-da-semana.html' title='Frase da semana'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-1621498436735743939</id><published>2011-01-31T14:21:00.002-03:00</published><updated>2011-01-31T14:25:11.852-03:00</updated><title type='text'>Cagadas</title><content type='html'>Ninguém toca no assunto. A não ser com as pessoas mais íntimas. Íntimas mesmo. Falar sobre o ato solene de ir ao banheiro é algo desconfortável. Aqui não sei se trato do assunto com o popular “cagar”, ou o infantil “fazer cocô” ou o técnico “defecar”. Qualquer uma das três expressões não diminuirá o constragimento para quem se aventurar a ler este post até o fim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que por mais que imaginemos ser o único a defecar (talvez esse seja o motivo de nossa vergonha) não somos. Quase nunca (ou nunca mesmo) pensamos em Angelina Jolie, Sandra Bullock, Gisele Bündchen ou Juliana Paes sentada numa privada. Mas elas sentam. E fazem o mesmo que eu e você.  Também acontece com Robert Pattinson, Brad Pitt, Rick Martin e Reinaldo Gianecchini. A beleza dos famosos não os impede de ‘sentar no trono’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de continuar é preciso relatar o que encontrei sobre defecar. Diz a definição técnica que &lt;em&gt;“é o ato de evacuar fezes do organismo através do relaxamento do esfíncter e contrações do reto anal. A utilidade da defecação é fácil de ser compreendida: ela é necessária para a eliminação do material sólido não absorvido pelo organismo. Frequentemente, o ato de defecação é inibido por razões de ordem social”. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse jeito fica mais ameno. Até porque não dá pra entender muita coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre o ato diz-se que &lt;em&gt;“ocorre normalmente no homem uma a duas vezes em 24 horas. É comum uma grande variação nos hábitos intestinais, principalmente quando se analisam indivíduos de diferentes nacionalidades e submetidos a vários tipos de condicionamento”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição técnica sobre a vontade (tecnicamente chamada de reflexo) diz que &lt;em&gt;“a defecação é iniciada por reflexos (reflexo intrínseco e reflexo parassimpático). O enchimento das porções finais do intestino grosso estimula terminações nervosas presentes em sua parede através de sua distenção. Impulsos nervosos são, então, em intensidade e freqüência cada vez maior, dirigidos a um segmento da medula espinhal (sacral) e acabam por desencadear uma importante resposta motora que vai provocar um aumento significativo e intenso nas ondas peristálticas por todo o intestino grosso, ao mesmo tempo em que ocorre um relaxamento no esfíncter interno do ânus”.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso que está entre as aspas Zé Lezim definiria como uma frieza no espinhaço em pleno calor de 40 graus de Teresina Piauí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frequência (um amigo me revelou que sofre de prisão de ventre) e o tempo de cagada depende de cada indíviduo. Alguns passam 5, 10, 15 minutos. Alguns exageram chegando até 45 minutos ou mais. Excetua-se os casos de desarranjos intestinais (a popular caganeira) que quanto mais rápido, melhor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários anos eu e meu amigo de infância Nir nos questionamos quanto tempo havíamos gastado até aquela data com cagadas. Realmente era coisa de quem não tinha o que conversar depois de algumas doses de Bacardi Limon com gelo e soda.  Ainda era adepto desta bebida, os amigos mais recentes desconheciam esse hábito.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra conta ficar simples arredondamos para um tempo médio de 10 minutos de cagada. Consideramos apenas uma por dia. Como são 365 ao ano (intestino não tem feriado) gastaríamos 3650 minutos, o que corresponde a em média 6 horas/ano. Levamos em conta 25 anos, período que acreditavámos ter mais consciência do que estávamos fazendo. Já perceberam que criança caga rápido pra voltar a brincar?. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma havíamos gastado 150 horas da nossa vida no banheiro. É pouco tempo. Pouco mais de seis dias se observamos o dia com 24 horas. Porém quase ninguém caga dormindo. Os bêbados fazem parte deste quase. O dia do cagador tem em média - considerando 8 horas de sono - 16 horas. Assim destinamos quase dez dias da nossa vida a fazer merda, ou melhor, colocá-la pra fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não perder tempo (nesse caso tempo não é ouro, é merda mesmo) muita gente faz outra atividade durante a defecação. Ouve música, ler jornal, revista ou um livro. É a forma de aproveitar bem o tempo no banheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras pessoas preferem apenas a aproveitar o momento. Conheço alguns que é no vaso sanitário que fazem planos, pensam na vida. Sobre o fato de pensar sentado no ‘trono’ acho “coincidência” uma das mais famosas esculturas do francês Rodin,  O Pensador, lembrar o ato de defecar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa comparação nada mais é que fruto do meu analfabetismo artístico. Segundo pesquisa O Pensador &lt;em&gt;“retrata um homem em meditação soberba, lutando com uma poderosa força interna (até essa definição lembra o ato de defecar. A força interna do intestino. Parentese meu). Originalmente chamado de O Poeta, a peça era parte de uma comissão do Museu de Arte Decorativa em Paris para criar um portal monumental baseada na Divina Comédia, de Dante Alighieri. Cada uma das estátuas na peça representava um dos personagens principais do poema épico. O Pensador originalmente procurava retratar Dante em frente dos Portões do Inferno, ponderando seu grande poema. A escultura está nua porque Rodin queria uma figura heroica à la Michelangelo para representar o pensamento assim como a poesia”.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém que se arriscou a chegar até aqui deve estar curioso sobre o que faço na hora do ato solene da cagada. Como disse no início o assunto é desconfortável e constrangedor. Por isso, prefiro não revelar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-1621498436735743939?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/1621498436735743939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=1621498436735743939&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/1621498436735743939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/1621498436735743939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2011/01/cagadas.html' title='Cagadas'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-7050929432663549257</id><published>2011-01-24T11:10:00.001-03:00</published><updated>2011-01-24T11:10:36.233-03:00</updated><title type='text'>Frase da semana</title><content type='html'>"Eu bebo pouco, mas o pouco que bebo me transforma em outra pessoa, e essa outra pessoa sim, bebe pra caramba". (Anônimo)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-7050929432663549257?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/7050929432663549257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=7050929432663549257&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/7050929432663549257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/7050929432663549257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2011/01/frase-da-semana.html' title='Frase da semana'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-4769583135261838676</id><published>2011-01-21T15:45:00.003-03:00</published><updated>2011-01-31T14:27:12.522-03:00</updated><title type='text'>Quem sou eu?</title><content type='html'>Eu poderia responder essa pergunta com a frase do amigo Daniel Brito “eu sou uma farsa”. A afirmativa é hoje reproduzida por mim e por Jurani Clementino, um outro amigo que andou as voltas com os encantos do Rio de Janeiro até o final do ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando escreveu o &lt;a href="http://muitodenada.blogspot.com/.../eu-sou-uma-farsa.html "&gt;post&lt;/a&gt; que leva o título da frase, DB tentou mostrar que no fundo todos nós temos um pouco de farsantes. Mesmo dizendo não entender de filosofia, o autor do post disse alguma coisa que está no Discurso sobre as Ciências e as Artes de Jean- Jacques Rousseau de 1750: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Atualmente, quando buscas mais sutis e um gosto mais fino reduziram a princípios a arte de agradar, reina entre nossos costumes uma uniformidade desprezível e enganosa, e parece que todos os espíritos se fundiram num mesmo molde: incessantemente a polidez impõe, o decoro ordena; incessantemente seguem-se os usos e nunca o próprio gênio. Não se ousa mais parecer tal como é e, sob tal coerção perpétua, os homens que formam o rebanho chamado sociedade nas mesmas circunstâncias, farão todos as mesmas coisas desde que motivos mais poderosos não os desviem. Nunca se saberá, pois, com quem se trata: será preciso, portanto, para conhecer o amigo, esperar pelas grandes ocasiões, isto é, esperar que não haja mais tempo para tanto, porquanto para essas ocasiões é que teria sido essencial conhecê-lo.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A referência a um grande pensador como Rousseau foi proposital. Quem está lendo este texto pode ter pensado que eu sou um grande conhecedor da obra dele. Não é verdade. O “Discurso” foi o único que li. Quis mostrar com isso que, dependendo de quem e em que nível nos conhecem as pessoas terão impressões (imagens) diferentes a nosso respeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para meus ex-alunos tenho uma imagem de sério e porque não dizer por vezes chato. Quando me conhecem melhor mudam de opinião.  Já ouvi alguns deles que trabalharam comigo dizerem que não imaginavam que eu era um sujeito brincalhão e perturbador (no bom sentido) do ambiente redacional. Verdade que eu gosto mesmo de tirar onda com os colegas, mas isso ocorre no dia a dia com as pessoas mais próximas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrever sobre as impressões que as pessoas têm de nós não foi só para atualizar o blog depois de dois anos. A motivação surgiu depois do encontro com uma ex-professora da minha época dos extintos primário e ginásio no Colégio Santa Bernadete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, estávamos eu e minha mulher na repartição pública. A professora – hoje funcionária do local – apresentou-me aos colegas como seu ex-aluno e um grande poeta, referiu-se que eu fazia belas poesias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mulher olhou pra mim como que diz não conhecer esse meu lado. A verdade é que nem eu me lembrava que em algum dia da minha escrevi versos poéticos. Provavelmente quis impressionar as meninas que paquerava. Minha sorte é que a professora não pediu pra recitar alguma poesia. Certamente teria dito “batatinha quando nasce...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei dias intrigado com o fato de meu lado poeta ter morrido ou pelo menos ter adormecido. Fiquei ainda mais atordoado quando um professor atual perguntou-me o que matou o poeta dentro de mim. Não sei. Isso é assunto para outro post, espero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a lembrar de outras impressões que tiveram de mim. Um cara que jogou comigo no extinto Bayern do Monte Santo disse ao meu amigo Nir que eu tinha sido o melhor atacante que ele havia jogador junto. O companheiro de ataque só jogou uma vez comigo. Talvez neste dia tudo tenha dado certo no futebol. Se ele tivesse jogado mais alguns domingos teria percebido que o jogador daquele dia era uma farsa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi em outra farsa dessas que depois de uma partida pelo time da imprensa onde desandei a fazer gols fui chamado para jogar no melhor time amador de Campina Grande. Não fui. Até porque uma farsa dessas tinha me levado a outro time, onde não fiz nada e o cara que me levou recebeu inúmeras críticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que um dia de farsa no futebol me levou a treinar no Campinense. Passei pouco tempo no velho Plínio Lemos. Fiz testes e como era de se esperar meu nome não estava na lista dos que deveriam continuar.  Acabava o sonho de ser jogador de futebol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exemplos do futebol deixam claras opiniões diferentes sobre a mesma pessoa. Para quem apostou na minha parca habilidade com a bola eu era um grande jogador. Para os outros que me reprovaram eu poderia seguir qualquer caminho, menos o da bola. Não sei se teria sido jogador de futebol, mas a verdade é que não tentei muito. Decidi estudar e não me frustrei por isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo da situação, do ambiente,  assumimos posturas diferentes. Todos temos um pouco de farsantes. Como já disse aqui neste humilde espaço não dá pra ser super sincero. Vivemos numa sociedade que exige determinadas atitudes nossas. É o que Durkhein chamou no século XVIII de coerção social e que Bourdieu traduziu dois séculos depois como violência simbólica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sou eu?&lt;br /&gt;Depende da ocasião.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-4769583135261838676?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/4769583135261838676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=4769583135261838676&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/4769583135261838676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/4769583135261838676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2011/01/quem-sou-eu.html' title='Quem sou eu?'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-8780431812009085136</id><published>2008-11-13T20:42:00.000-03:00</published><updated>2008-11-13T20:43:21.329-03:00</updated><title type='text'>Eu sou tradicional</title><content type='html'>“Você é um cara tradicional”, disse certa vez meu amigo Daniel Brito. “Você gosta das coisas arrumadinhas e tal”, acrescentou. Parei para refletir sobre essas afirmações e conclui que ele tem razão. Eu realmente sou um cidadão tradicionalista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em poucos segundos escaniei toda minha vida no HD da minha mente. Percebi que prefiro seguir o modelo já existente. Nunca fui muito de fazer inovações, tanto na vida pessoal quanto na profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época que trabalhava em jornal impresso e em rádio não cheguei a fazer grandes mudanças na forma de fazer jornalismo esportivo. No fundo segui um modelo que outros colegas tinham deixado. Uma vez ou outra era que ousava em fazer uma página diferente. Muito pouco para quem fazia cerca de trezentas por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na televisão não foi diferente. Nunca fui um repórter de me preocupar com passagens “ousadas”, tipo sair de dentro de caixão numa matéria sobre funerárias. O plano americano com boas informações era suficiente pra mim. Há mais de dois anos trabalhando nos bastidores vi que até agora não fiz muitas inovações. Sou meio “se tá bom não precisa mudar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas roupas e meu estilo de cabelo revelam meu jeito tradicional de ser. Cabelo de lado, camisas de botão (a maioria lisa), óculos sem aros, calça jeans ou esporte fino fazem parte do meu &lt;em&gt;look.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Já tive experiências que me mostraram que a sociedade se acostumou com meu tradicionalismo. Nas vezes que tentei mudar as pessoas estranharam. Foi assim quando decidi ir a um show com uma camiseta &lt;em&gt;babyman&lt;/em&gt;. Não sei nem se o nome é esse mesmo, mas é um tipo de camiseta que cola no corpo, mangas curtas, estilo &lt;em&gt;babylook&lt;/em&gt; que as mulheres usam. Só que (dizem) para homens. Um amigo meu disse logo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que p**** é essa? Negócio estranho danado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior era que eu achava legal nos outros. Em mim não combinou. Pensando bem eu acho que fui muito radical na mudança de visual. Sair de uma camisa de botão para uma colada no corpo é o extremo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me preocupo em ser tradicional, que alguns chamam de careta, de quadrado.  Reconheço que a mudança deve fazer parte da nossa vida. O fato de não querer ousar (não por medo, mas por comodidade) acaba sendo prejudicial em certos aspectos. Não dá para ficar alheio às tendências. É preciso inovar. Afinal a única coisa constante no mundo é a mudança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-8780431812009085136?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/8780431812009085136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=8780431812009085136&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8780431812009085136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8780431812009085136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/11/eu-sou-tradicional.html' title='Eu sou tradicional'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-2024865965951894081</id><published>2008-11-07T20:00:00.000-03:00</published><updated>2008-11-07T20:01:16.540-03:00</updated><title type='text'>Não é fácil atualizar</title><content type='html'>Não precisa nem falar. Basta olhar a data da postagem anterior que vai ver o quanto eu tenho deixado o blog de lado. Motivos? Trabalho (passo o dia na tevê), um pouco de estudo e, confesso, preguiça de chegar em casa e ir pra frente  do computador escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi por causa dessa irresponsabilidade e do descaso que há cerca de seis meses encerrei o meu Esportes na Rede (leojornalista.blogspot.com). A falta de atualização não se limita apenas a este humilde espaço. Mesmo sendo um co-fundador do Filhos  da Pauta (filhodapauta.blogspot.com) há muito tempo que não coloco um texto por lá. Até minha coluna (que deveria ser semanal) em um site esportivo está em débito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso justificar a falta de atualização com qualquer coisa. Menos com falta de assunto. Minha agenda está cheia de histórias que pretendo contar aqui nos próximos dias. Algumas esqueci os detalhes e certamente não ficarão legais como talvez ficasse se tivesse escrito na época que tive a idéia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dizem os blogueiros mais experientes (e atuantes) o segredo do blog é a atualização. Só assim os visitantes se transformam em leitores. Tudo bem que o blogueiro não escreve pensando que vai ser lido por milhares de pessoas, mas é legal ter um público. Não importa a quantidade. O amigo Daniel Brito escreveu inúmeras mensagens cobrando atualização. Gilmara Dias, que descobriu o blog dia desses, também reclamou da desatualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentarei não passar mais tanto tempo sem atualizar. Minha meta é postar duas ou três vezes por semana. Precisarei de muita disciplina porque o Filhos da Pauta que necessita de minha colaboração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero esse post um novo começo na vida de um blogueiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-2024865965951894081?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/2024865965951894081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=2024865965951894081&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/2024865965951894081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/2024865965951894081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/11/no-fcil-atualizar.html' title='Não é fácil atualizar'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-6450004230086630999</id><published>2008-07-30T10:37:00.002-03:00</published><updated>2008-07-30T10:39:01.854-03:00</updated><title type='text'>Frase da semana</title><content type='html'>"A segunda coisa mais difícil do mundo é aprender a ler.&lt;br /&gt;A primeira é desaprender."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-6450004230086630999?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/6450004230086630999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=6450004230086630999&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/6450004230086630999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/6450004230086630999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/07/frase-da-semana.html' title='Frase da semana'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-7173551882978015341</id><published>2008-07-27T11:03:00.000-03:00</published><updated>2008-07-27T11:06:05.070-03:00</updated><title type='text'>Queridos amigos</title><content type='html'>A Mega-Sena acumulada pagou no sábado, dia 26, um prêmio de mais de R$ 52 milhões. Dois sortudos ganharam a bolada. Foram mais de R$ 26 milhões para cada um. É muita grana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do sorteio todo mundo sonhava com esse prêmio. Não joguei. Me chance de ganhar era zero. Vez por outra faço uma ‘fezinha’. E já me perguntei o que faria se ganhasse um dinheiro desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quisesse esquentar a cabeça colocaria na poupança. Teria um rendimento mensal de cerca de R$ 200 mil. Dinheiro que daria para viver tranqüilamente para o resto da minha humilde vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria dinheiro para adquirir todos os bens materiais que havia sonhado. E quase todos que quisesse. Quase porque existem coisas que nem com toda essa grana dá para comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajaria para onde quisesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo a vida ficaria um pouco sem graça. Seria preciso dar um novo sentido já que as realizações materiais estariam ao meu alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem não consegue viver sem desafios. Existem exceções. Mas o que motiva a vida da maioria das pessoas é o desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ganhasse R$ 26 milhões na Mega-Sena eu faria o que todo mundo faz. Passaria um bom tempo viajando pelo mundo, compraria algumas que sonho em ter, ajudaria familiares e alguns amigos mais chegados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso precisaria encontrar um rumo para a minha vida. E uma das coisas seria construir uma instituição de apóio a pessoas carentes, oferecendo alfabetização e capacitação profissional. Não dá para não ajudar o próximo com tanto dinheiro. Seria muito egoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já havia conhecido todos os países que sonhava eu iria fazer uma viagem mais caseira. Iria sair de carro visitando os 223 municípios da Paraíba. Em cada um deles tiraria fotos de suas igrejas e depois montaria uma exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma coisa que gostaria de fazer era viajar a procura de pessoas que de alguma forma fizeram parte de minha vida. Gostaria de rever alguns amigos do passado. Saber como eles estão, conhecer seus filhos, sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas sei onde moram. Logo de cara eu teria que ir ao Piauí, Maranhão, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Roraima, Rondônia, Tocantins, Sergipe, Bahia e Alagoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente teria que encontrar. O &lt;em&gt;Orkut&lt;/em&gt; poderia ser uma boa ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logicamente muitas dessas pessoas me tratariam friamente como um simples “oi” ou um “diz”. Outras certamente fariam uma festa. E com essas eu bateria um bom papo relembrando de coisas que fizemos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas passam na nossa vida. E boa parte delas se torna importante. Mas o ciclo é rápido. A cada dia conhecemos novas pessoas. E as do passado vão perdendo espaço e nem sempre ficam lembranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como diz a música ‘A Lista’, de Oswaldo Montenegro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Faça uma lista de grandes amigos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem você mais via há dez anos atrás&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quantos você ainda vê todo dia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quantos você já não encontra mais...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Faça uma lista dos sonhos que tinha&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quantos você desistiu de sonhar!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quantos amores jurados pra sempre&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quantos você conseguiu preservar...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Onde você ainda se reconhece&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na foto passada ou no espelho de agora?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hoje é do jeito que achou que seria&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quantos amigos você jogou fora?”&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-7173551882978015341?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/7173551882978015341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=7173551882978015341&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/7173551882978015341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/7173551882978015341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/07/queridos-amigos.html' title='Queridos amigos'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-8847098230850285819</id><published>2008-05-04T23:44:00.000-03:00</published><updated>2008-05-04T23:45:14.848-03:00</updated><title type='text'>Velórios</title><content type='html'>Honório não gostava de ir a velórios. Evitava ao máximo. Quando sabia que o familiar de um amigo tinha morrido desligava o celular, se escondia. Depois do enterro aparecia com uma desculpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Infelizmente tive uns problemas é só fiquei sabendo hoje que sua irmã morreu. Nem tive como ir ao velório nem ao enterro. Meus pêsames.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez não tinha jeito. Não dava pra se esconder. A mãe de Bartolomeu havia morrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honório e Bartolomeu eram amigos de infância. Sabiam tudo sobre a vida um do outro. Primeira namorada, primeiro porre, primeira transa. Choravam juntos e bebiam quando um dos dois era dispensado por uma garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bartolomeu não era qualquer um. Não podia deixá-lo só naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira dúvida de Honório era que roupa usar. Não tinha roupa preta porque eram desnecessárias. Nunca ia a velório mesmo. O pior era que o guarda-roupa estava cheio de camisas estampadas, estilo moda havaiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o velório da mãe de Bartolomeu merecia comprar uma camisa preta. A calça podia ser jeans mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problema da roupa resolvido agora era preciso pensar no que dizer ao chegar ao velório. Foi todo o caminho pensando no que falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi tudo bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não...Não. Nada podia estar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse cumprimento estava descartado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não. É muito seco. Impessoal demais para um grande amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como você está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta imbecil. Ninguém vai responder que está bem depois de perder a mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bartolomeu, os irmãos e o pai estão em volta do caixão. Honório chega ao velório. Não diz nada. Balança apenas a cabeça para cumprimentar as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bartô levanta-se e o abraça chorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu amigo estou sofrendo muito. A gente sabia que mainha tinha 99 anos. Mas esperava ela viver mais uns dez pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honório não tinha pensando no que dizer. Pra quem não freqüenta velório é preciso pensar em tudo antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele pensou rápido. Em segundos pensou em pelo menos três frases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meus pêsames.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Todo mundo diz isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bartô morrer faz parte da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horrível. Imaginou se fosse sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela passou dessa pra uma melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não. Era arriscado ouvir: “eu queria que ela estivesse numa pior perto da gente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente a frase certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nada que eu disser aqui vai te confortar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ficou calado o resto da tarde. Como iria viajar a trabalho no dia seguinte, e Bartô sabia disso, não iria ao enterro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite, depois de tomar um cafezinho decidiu ir embora. Por dentro estava alegre porque tinha enfrentado bem a situação. Não tinha cometido nenhuma gafe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bartô, estou indo embora. Você sabe que amanhã viajo logo cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei. Brigado por tudo amigão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que iiiisssoooo. Não poderia deixar de vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foi importante pra mim sua presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então...até a próxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-8847098230850285819?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/8847098230850285819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=8847098230850285819&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8847098230850285819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8847098230850285819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/05/velrios.html' title='Velórios'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-6069420179983230825</id><published>2008-04-23T18:11:00.000-03:00</published><updated>2008-04-23T18:14:14.045-03:00</updated><title type='text'>Sozinho</title><content type='html'>Gay Talese relata que os nova-iorquinos piscam 28 vezes por minuto, 40 estão tensos. E que enxugam por dia 1,74 milhão de litros de cerveja, devoram 1,5 mil toneladas de carne e passam 34 quilômetros de fio dental entre os dentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na TV, o Esporte Espetacular exibe um quadro sobre o desafio de gols olímpicos com o ex-jogador do Flamengo Júnior e o meia Sérvio Petkovic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divido minha atenção entre o Fama e Anonimato, de Talese, e o programa da Globo.  Não consigo me concentrar em nenhum dos dois. Ainda mais quando o garçom se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já pediu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não. Traga uma cerveja, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bar está quase vazio. Apenas outras duas mesas estão ocupadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo mundo tem disposição para iniciar os trabalhos às 10h30 do domingo de manhã.&lt;br /&gt;Em Campina Grande os bares começam a lotar depois das 11h30. É o horário que termina a maioria dos jogos de pelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois minutos depois o garçom abre a cerva e coloca numa tulipa de 250 ml.&lt;br /&gt;Tomar cerveja num copo pequeno evita que esquente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro gole a conversa de uma mesa quase vizinha chama minha atenção. Deixo de lado o livro e a televisão. O livro nem tanto. Fico disfarçando que estou lendo para ouvir a conversa.&lt;br /&gt;Jornalista é curioso por natureza. As seis pessoas discutiam o futuro político de Lagoa Seca, uma cidade com mais de 24 mil habitantes a apenas sete quilômetros de Campina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lembra da campanha de 2006? Eu fiz a diferença na cidade (em Lagoa Seca) para eleger o governador, disse um cara malhado, com ar de grande articulador político da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo achei que ele era um contador de vantagem. E os colegas só o escutavam porque era o dono do carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É &lt;em&gt;"meschmo"&lt;/em&gt;. E agora vooocê vai apoiar quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nem sei. Vou esperar alguém ir lá em casa. Eles (os candidatos) sabem que eu consigo voto mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei com remorso de ter feito um pré-julgamento. Vai ver que ele era realmente um grande articulador político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na última eleição eu consegui 50 votos, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não eu não tinha errado. Achar que 50 votos foram fundamentais para eleger um governador era história de um contador de vantagem.&lt;br /&gt;Foi a terceira ou quarta vez que bebi sozinho só este ano.&lt;br /&gt;O "só" é porque em mais de 15 anos de cachaça só havia bebido duas vezes sozinho.&lt;br /&gt;Por mais que tivesse com vontade de tomar uma cerveja não ia sozinho. Ficava preocupado com os que as pessoas poderiam pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse cara é muito solitário. Não tem nem amigo para beber com ele".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse cara deve ser viado. Tá bebendo sozinho porque quer dá em cima de alguém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aquela história, pior que ser é ter a fama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje não me preocupo com a opinião dos outros. Quando estou a fim de tomar uma cerva para relaxar e nenhum amigo está disponível vou sozinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de egoísmo. Também não é aquela história: “eu me basto”. Adoro sentar com amigos para bater um papo e gelar a goela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas primeiras vezes que decidi sentar sozinho para tomar algumas long necks ficava apenas olhando o tempo. Descobri que é legal levar um livro ou uma revista para distrair. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora não conseguiu ler mais que uma página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os assuntos das mesas vizinhas chamam mais minha atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei, eu sei que isso é coisa de fofoqueiro. Fazer o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A curiosidade é mais forte que eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-6069420179983230825?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/6069420179983230825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=6069420179983230825&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/6069420179983230825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/6069420179983230825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/04/sozinho.html' title='Sozinho'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-9109208473813204848</id><published>2008-04-03T15:24:00.001-03:00</published><updated>2008-04-03T15:24:48.877-03:00</updated><title type='text'>Sobre a mentira</title><content type='html'>Aprendemos desde criança (quando ficamos mais velhos ensinamos) que não devemos mentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa, na escola, na igreja. A lição é sempre a mesma: não mentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Dez Mandamentos a mentira é falso testemunho. "Não levantarás falso testemunho contra teu próximo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que diabos criaram o Dia da Mentira? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja porque ninguém vive sem mentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atire a primeira pedra quem nunca mentiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou fazendo apologia à mentira tampouco falando de grandes mentiras, aquelas prejudicam as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que uma pequena mentira (se é que se pode medir) é uma mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li em algum lugar que essas "mentirinhas" são pontos de equilíbrio do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parte eu concordo. Não dá pra ser um super-sincero, falar sempre a verdade. Afinal como diz meu amigo DBrito “certas verdades parecem grosserias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já imaginou uma mulher chegar e dizer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ave Maria, eu tô muito gorda, num tô?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificilmente alguém vai responder na bucha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo uma gorda que te fez a pergunta você prefere:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Queéééééé iiiiiiiiissooo! É impressão. Você está apenas um pouco mais forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma mentira. Mas uma mentirinha necessária. Se falar a verdade pode rolar  discussão, causando um desequilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem outras situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, sou muito feia por isso não tenho namorado. Eu num sou feia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nã... nã... não. São os homens que ainda não conseguiram enxergar você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificilmente alguém vai ter coragem de falar que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você está demorando a comer. A comida está muito ruim não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que tá ruim mesmo. Mas não dá pra falar a verdade quando se é convidado para almoçar na casa de alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução é mentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nããããããooo. Está uma delícia. É que ultimamente estou sem apetite pra tudo. Até tomando remédio, uma vitamina, eu estou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da mentira é que quando se conta uma é preciso dizer outras para justificar a primeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gordinha sempre vai te procurar para saber se continua gordinha. E será preciso mentir de novo. Da mesma forma será com a feinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior é a comida. A pessoa que te convidou vai preparar o mesmo prato para o próximo almoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, em vez de mentir, talvez seja melhor dizer que não gosta do prato e evitar o “bis” no almoço seguinte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-9109208473813204848?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/9109208473813204848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=9109208473813204848&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/9109208473813204848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/9109208473813204848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/04/sobre-mentira.html' title='Sobre a mentira'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-5529959577932780732</id><published>2008-02-17T10:40:00.000-03:00</published><updated>2008-02-17T10:41:28.280-03:00</updated><title type='text'>Crescimento</title><content type='html'>O crescimento está fora da zona de conforto. Sair do conforto signfica mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo mundo gosta de mudar. Principalmente no campo profissional. Quem adora inovar reconhece que existe um certo receio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É natural. É a saída de algo conhecido para o, até então, desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quem supera esse medo é capaz de mudar e, conseqüentemente, crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança pode até no futuro se revelar errada. Mas fica a lição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que nem todo mundo está disposto a pagar pra ver. Prefere permanecer na zona de conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cedo ou tarde somos levados a tomar uma decisão: permanecer no emprego ou mudar diante de uma aparente (aparente porque ainda é desconhecida) boa proposta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais cômodo seria ficar onde todos conhecem seu trabalho e existe um respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar signfica ter que conquistar tudo de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nova empresa, apesar das boas referências, ninguém conhece de perto seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será preciso justificar sua contratação. Isso requer mais trabalho e algumas adequações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que um dia desses assisti a uma entrevista do goleiro Júlio César, hoje na Seleção Brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele disse que quando foi para Inter de Milão saiu do Flamengo com status de ídolo. Na Itália precisou começar do zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas boas atuações no Flamengo não garantiam uma vaga de titular. Precisava escrever sua história na Inter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo conquistou respeito e, hoje, é ídolo também na clube italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de sucesso de Júlio César foi escrita com muito trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Einstein já dizia que o único lugar que sucesso vem antes de trabalho é no dicionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que entrei no campo das “frases feitas” sempre que falo em crescimento profissional lembro da história da carpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz um escrito que a carpa japonesa (koi) cresce de acordo com o tamanho do seu ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num pequeno tanque geralmente não passa de cinco ou sete centímetros. Mas se colocada num lago pode atingir três vezes este tamanho.&lt;br /&gt;Da mesma forma é no ambiente de trabalho. Se estamos num local que não nos oferece condições de crescer mais a saída é mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se somos maior que o ambiente em que estamos vivendo não precisamos ser como a carpa, que para o próprio bem aceita os limites do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos livres para decidir qual caminho seguir. E buscar um ambiente que proporcione crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-5529959577932780732?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/5529959577932780732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=5529959577932780732&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/5529959577932780732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/5529959577932780732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/02/crescimento.html' title='Crescimento'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-3305467052989270659</id><published>2008-02-05T22:09:00.000-03:00</published><updated>2008-02-05T22:10:33.704-03:00</updated><title type='text'>A fase do Mirc</title><content type='html'>Passada a fase das salas de bate papo eu evolui. O &lt;em&gt;mirc&lt;/em&gt; era agora meu canal de comunicação com minhas paqueras virtuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade eu não entrava no &lt;em&gt;mirc&lt;/em&gt; atrás apenas de paqueras. Gostava de trocar idéias, fazer amizades, mesmo que passageiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo o mirc era uma forma de – já que sou tímido - exercitar meu papo com as  mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;em&gt;mirc&lt;/em&gt; tinha a vantagem de poder escolher o lugar através do canal. Sempre optava por os canais de Campina Grande e João Pessoa. No máximo Natal e Recife. Seria mais fácil encontrar pessoalmente a minha possível paquera virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa quarta-feira qualquer estava encerrando minha participação na net por volta da meia noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas resolvi teclar com a última mulher da noite. Não lembro o nome. Ela era de João Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cinco minutos de conversa descobri que ela era noiva. Percebi pelas suas palavras – mesmo no computador – que o relacionamento não era lá essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama a atenção a quantidade de pessoas que são mal amadas num relacionamento, mas mesmo assim continuam nele. Não vou entrar nos detalhes que fazem as pessoas se acomodarem. Até porque esse não é post de análises afetivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando a conversa na net, minha nova amiga estranhou o fato de na época eu estar sem namorada há quase três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a deixa que eu precisava para saber se eu estava certo sobre a má fase do noivado dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É questão de opção. É melhor estar sozinho que está com alguém que não te completa. A pior solidão é a solidão a dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É, respondeu ela demonstrando que sentia-se assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás quando você disser a frase “a pior solidão é a solidão a dois” preste atenção na reação de quem está ouvindo. Essa pessoa pode estar sentindo-se assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí a conversa fluiu e ela me contou alguns problemas do noivado. Pediu o número do meu telefone celular. Dei. E em menos de cinco minutos ela estava me ligando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos até quase quatro da manhã. Foram mais de três horas de papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi durante vários dias. Ela me ligava duas, três vezes por dia. À noite a conversa durava no mínimo três horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que ela era estudante. Minha curiosidade era saber onde ela arrumaria grana para pagar a conta astronômica de telefone que viria no final do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Minha mãe é prefeita de uma cidade do interior do Ceará. Ela manda o dinheiro pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava explicado. A conta seria paga com o dinheiro do povo dessa cidade, onde provavelmente a maioria do povo passava necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisava conhecer a pessoa que com quem tinha me afinado tanto. E quando se fala em conhecer pessoalmente sempre surge aquela pergunta: será que ela é bonita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não venha me dizer que ninguém que se preocupa com a beleza, que o importante é o interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem marca um encontro através da net se preocupa exclusivamente com a beleza. É a primeira impressão. Se a pessoa for bonita o lance evolui. Se não for trava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Eu ia conhecer minha paquera no final de semana. Mas resolvi marcar um encontro numa quinta-feira antes. Nesse encontro quem iria seria um amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei pra ela do meu plano. Aceitou na maior. Eu precisava ter uma noção do que encontraria no fim de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como era uma situação de perigo arrumei um dublê. Escalei meu amigo Daniel Brito. Ainda escolhi a roupa que ele vestiria. Uma camisa de super-homem (perdão em revelar isso DB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse traje seria impossível ela não vê-la em frente a faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá foi DB me representar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia do encontro fui ao cinema com uma menina que estava de rolo. No meio do filme meu celular toca. Era Daniel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E ai Da Silva, tá onde?&lt;br /&gt;- Tô no cinema com J*. E ai a menina? É bonita?&lt;br /&gt;- É sim Da Silva. To te ligando pra perguntar uma coisa também?&lt;br /&gt;- Fala.&lt;br /&gt;- Se eu saísse com essa menina aqui tu ficaria chateado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dublê queria assumir meu lugar. Como estava com outra disse que o caminho estava livre. Mas lembrei na hora da cena do filme “Quem vai ficar com Mary?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não tem problema DB. Estou aqui no cinema com J*.&lt;br /&gt;- Ainda bem porque já estou indo ao posto comprar cerveja para levar pro apartamento dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel parece que ainda conseguiu dar uma beijo nela. E só. Afinal ela era noiva&lt;br /&gt;Duas semana depois fui a João Pessoa e a conheci pessoalmente. Gente muito boa. Ficamos no Mag Shopping eu, ela, uma amiga e o Daniel, meu dublê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa resolvi investir em paqueras do mundo real. E esqueci os dublês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-3305467052989270659?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/3305467052989270659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=3305467052989270659&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/3305467052989270659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/3305467052989270659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/02/fase-do-mirc.html' title='A fase do Mirc'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-2014670427105075063</id><published>2008-01-27T22:25:00.000-03:00</published><updated>2008-01-27T22:26:19.600-03:00</updated><title type='text'>Paqueras virtuais</title><content type='html'>Paqueras virtuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era como começava minhas conversas nas salas de bate-papo do Terra. Há seis, sete anos esse era meu maior passatempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando terminava o expediente no jornal começava minha busca por amizades e, é claro, paqueras virtuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci (virtualmente) pessoas interessantes. Fiz amizades que duraram pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num desses dias entrei numa sala de bate papo com 9652 pessoas. Eu fazia questão de prestar atenção quantas pessoas estavam on line. Não era possível que nesse monte de gente alguém não fosse interessante. Comecei uma conversa com aquelas velhas perguntas de praxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi&lt;br /&gt;- Oi.&lt;br /&gt;- Tudo bem.&lt;br /&gt;- Tudo.&lt;br /&gt;- h ou m? (como se alguém pudesse saber se era verdade)&lt;br /&gt;- m. E vc?&lt;br /&gt;- h. nome?&lt;br /&gt;Ana Maria. E o seu?&lt;br /&gt;- Marcelo. O que fazes?(não revelava meu nome logo de cara, tampouco dizia que era jornalista)&lt;br /&gt;- Estudo.&lt;br /&gt;- Onde?&lt;br /&gt;- Faculdade&lt;br /&gt;- Que curso?&lt;br /&gt;- Jornalismo.&lt;br /&gt;- Que massa. Acho esse curso muito bom.&lt;br /&gt;- E vc?&lt;br /&gt;- Vou fazer vestibular.&lt;br /&gt;- Ah.&lt;br /&gt;- De onde tc?&lt;br /&gt;- De Campina Grande, na PB. Sabe onde fica?&lt;br /&gt;- Lógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maior coincidência de todos os tempos. Pensei logo em revelar que era de CG, pois já facilitaria um encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tb tc de CG.&lt;br /&gt;- Num acredito. Que bairro?&lt;br /&gt;- Alto Branco. E vc?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira eu estava no Centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Centro.&lt;br /&gt;- que rua?&lt;br /&gt;- Irineu Joffly.&lt;br /&gt;- então vc estuda na UEPB.&lt;br /&gt;- Isso e faço estágio na Câmara Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto. Já sabia a quem perguntar sobre minha paquera virtual. Ainda troquei algumas mensagens com ela, mas já tinha dados suficientes para encontrá-la pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, dei todas as características da figura ao repórter de política do jornal. Ele disse que conhecia. Contei toda a história (meu maior erro) pra ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de outras conversas na net acabei esquecendo da figura de Campina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que o repórter de política não. Numa sexta-feira, maior correria para fechar o jornal, o ramal dele toca ao meu lado. Ele atende e olha para a redação. Todo mundo começa a rir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi nada e continuei a fechar a página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhava num computador que me forçava a ficar de costas pra porta. Só escutei alguém me chamando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Léo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi.&lt;br /&gt;- Trouxe aqui sua namorada virtual pra você conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurei um lugar para me enterrar. Fiquei olhando pra aquela pessoa na minha frente, sem saber o que dizer, nem muito menos o que fazer. O máximo que saiu foi: “Oi tudo bem?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gostou Léo, perguntou o repórter de política.&lt;br /&gt;- Rapaz, assim você me deixa sem jeito.&lt;br /&gt;- Tá aprovada? E você gostou do seu namorado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a redação passou uns cinco minutos tirando o sarro da minha cara. Os caras tinham armado pra mim. Combinaram com a menina dizendo que estava louco para conhecê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desse mico continuei na net. Porém pouco tempo depois aboli as salas de bate-papo e aderi ao Mirc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu encontro através do Mirc eu conto no próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-2014670427105075063?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/2014670427105075063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=2014670427105075063&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/2014670427105075063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/2014670427105075063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/01/paqueras-virtuais.html' title='Paqueras virtuais'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-1721786344840116553</id><published>2008-01-16T16:09:00.001-03:00</published><updated>2008-01-16T16:23:02.991-03:00</updated><title type='text'>Nomes</title><content type='html'>Acho muito chato quando alguém troca meu nome. Não que me ache desprestigiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar um branco acontece com qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me chateia é não me sentir à vontade para corrigir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, talvez seja, uma das pessoas que mais tem o nome trocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não. Não estou falando de trocar uma vez ou outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade para algumas pessoas meu nome é outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem um cara que fez faculdade na mesma época que eu e só me chamar de Wagner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi Wagner tudo bem? - Olá amigão. Tudo em ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre assim às vezes que o encontro na rua. Nunca achei uma explicação para esse “Wagner”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros casos consegui entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro colega, que hoje trabalha na Panorâmica FM, só me chama de Joselito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso há pelo menos dez anos. Não vai ser agora que vou desapontá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joselito na verdade é o nome de outro cara que jogava futebol conosco na época de faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde essa época que o colega confundiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem um vereador aqui em Campina Grande que só me chama de Fábio. Aliás, de Fabinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Opa Fabinho como você ta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta vem acompanhada de um abraço típico de político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde vem esse Fabinho? Eu explico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando trabalhava na TV Borborema sempre fiz matérias com esse cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quem marcava a reportagem era o produtor Fábio ele achava (e continua achando) que Fábio era eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que já fiz flashes ao vivo com ele, onde sempre disse o meu nome no final para assinar a participação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vereador nunca prestou atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando mudei de emissora ele disse em voz alta no teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fabinho você agora ta na TV Paraíba. Boa Sorte lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha um nome mais novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara da padaria perto da minha casa (onde estou morando há pouco mais de seis meses) só me chama de Daniel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É porque na época que Daniel trabalhou em Campina apresentou o programa Esporte no 9.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fazia as reportagens do programa. E quando Daniel foi embora para Brasília eu apresentei o programa várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí o Daniel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, antes que eu me esqueça, meu nome é Leonardo. Para os mais chegados, Léo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-1721786344840116553?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/1721786344840116553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=1721786344840116553&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/1721786344840116553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/1721786344840116553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/01/nomes.html' title='Nomes'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-8767217075524931053</id><published>2008-01-02T10:57:00.001-03:00</published><updated>2008-01-02T10:57:56.598-03:00</updated><title type='text'>Fã e ídolo</title><content type='html'>César (apesar de ser uma história real, o nome é fictício) almoçava tranquilamente numa churrascaria da cidade de Sousa, interior paraibano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acertava com o repórter os últimos detalhes da transmissão do jogo que faria dentro de algumas horas. Foi quando percebeu que um de seus grandes ídolos na música entrava na churrascaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha quem chegou. É Almir dos Fevers. Sou fã desse cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu já tinha me dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Vou lá falar com ele. Pedir para ele autografar meu CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É vai sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César se dirige a cinco mesas à frente. Almir acabara de sentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, bom dia. Almir eu sou um grande fã seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah é. Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai ter show aqui perto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pense numa tentação. Se não tivesse que voltar hoje ficaria para assistir o show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou transmitir um jogo aqui na cidade. Sou radialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Almir é o seguinte. Viajei de Campina Grande até aqui, mais de três horas, escutando seu CD. E gostaria de saber se você pode autografar meu CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, claro. Será um prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espera só um pouco que vou aqui no carro pegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O radialista anda rápido pro carro. No caminho pensa (ele não tinha sequer escutado The Fevers  na viagem) se o CD estava realmente no carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de abrir a porta sente aquele bafo quente no rosto do calor que estava “armazenado” dentro do carro. O suor pinga da testa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César senta-se no banco do passageiro, abre o porta-luvas (já pingando de suor) e começa a remexer o porta CD, com capacidade para 60 cd’s. Passa um por um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de olhar quase cinqüenta encontra. Era melhor não ter encontrado. O CD do grande ídolo era pirata, comprado naqueles carrinhos por 2 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dava pra pedir um autógrafo num CD pirata. Seria muita cara de pau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ele lembra que a caixa do CD também está no carro. Sem jeito é uma capa típica de CD pirata. Aquelas feitas no computador impressa em papel oficial que só vem o nome do cantor, digitado na maioria das vezes em diagonal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns dez minutos depois César volta pra churrascaria. Na parte da barriga, a camisa molhada de suor (tá pensando que é fácil ficar dentro de um carro no Sertão). Na testa o suor também escorre. As mãos vazias. Aliás, cheia de constrangimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eh, olha Almir eu o CD estava no carro, mas não consegui encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma desculpa esfarrapada para quem tinha passado três horas escutando um CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem. Fica pra próxima. Bom apetite pra você e bom trabalho lá no jogo, disse sem disfarçar que sabia da mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O repórter da mesa acompanha tudo à distância. Sem entender nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que foi que houve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fui pegar o CD no carro para Almir autografar e o que eu tenho é pirata. Não tive coragem de trazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hahahahahahahhahahaha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-8767217075524931053?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/8767217075524931053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=8767217075524931053&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8767217075524931053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8767217075524931053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2008/01/f-e-dolo.html' title='Fã e ídolo'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-8990790092611785988</id><published>2007-12-31T12:18:00.000-03:00</published><updated>2007-12-31T12:23:50.621-03:00</updated><title type='text'>Situações</title><content type='html'>&lt;strong&gt;No rol de entrada de um edifício.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Olá há quanto tempo. Como estão as coisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responde por educação. No fundo ele não sabe quem é aquele rapaz alto que o cumprimentara. Acredita que está sendo confundido com alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E o pessoal como está?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele apela para o genérico na resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem. E as coisas lá como estão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapaz percebe que ele não o está reconhecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você não está lembrado de mim né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele pensa em falar a verdade. Mas também pensa que seria uma falta de educação. Decide mentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que iiiiisso lógico que estou lembrado de você. Imagiiiina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De onde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eh, ah, ops! he he he…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cantor famoso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jornalista passa o final em Recife. O diálogo com o amigo entra no campo da música. Ele decide elogiar um cantor de Campina Grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não acredito que você não conhece fulano de tal. (Não vou citar o nome do artista). Ele toca sempre no São João, Micarande e em vários carnavais fora de época do Nordeste. Nunca ouviu falar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na verdade não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É imoral. O cara é muito famoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De nome assim eu não consigo lembrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tenta que você lembra. Ele faz o maior sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De nome não tem jeito. Não lembro. Mas canta uma música dele que certamente vou lembrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista pára, pensa, tenta lembrar. Depois de alguns minutos de silêncio não consegue lembrar de uma musiquinha sequer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E o Sport está bem né no Campeonato Brasileiro?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-8990790092611785988?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/8990790092611785988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=8990790092611785988&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8990790092611785988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/8990790092611785988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2007/12/situaes.html' title='Situações'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-813520598475868715.post-6786474861898923040</id><published>2007-12-30T09:17:00.000-03:00</published><updated>2007-12-30T09:19:40.066-03:00</updated><title type='text'>Escolha do nome</title><content type='html'>Passei mais de duas semanas para escolher o nome (e o domínio) deste &lt;em&gt;blog.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as vezes que digitava o endereço aparecia em letras vermelhas (em um daqueles passos de criação do blog) “&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;esse endereço de blog não está disponível&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei, só para citar alguns, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;detudoumpouco, sobretudo, palavrasaovento, sobrequalquercoisa, historiaselendas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Inverti a ordem para &lt;em&gt;&lt;strong&gt;lendasehistorias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, mas não tive resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi visitar alguns desses &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt;. Queria saber se o conteúdo era parecido com o que pretendo colocar neste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra minha surpresa muitos desses &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; estão desatualizados há mais de um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros apenas foram registrados. Nunca tiveram uma postagem no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a internet. Quem sai na frente é dono. Sim, teve até um &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; que mudou de endereço e o antigo ficou no ar só para informar o novo. E o pior: o novo &lt;em&gt;blog&lt;/em&gt; fazia dois anos que não recebia uma postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muita luta, surgiu o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;historiasmalcontadas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Só que esse também já estava registrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui conhecer o blog. Criado em 2005 o “Conta-m tua história” - confesso que não entendi esse “M” solto - só teve duas postagens publicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sorte quando inverti para &lt;em&gt;&lt;strong&gt;malcontadashistorias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; deu certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhi esse nome porque estou tentando aprender a contar histórias. E na maioria das vezes não conto bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui não seguirei nenhuma “linha editorial”. Vou escrever experiências e histórias pessoais, lições de vida, assuntos relacionados a carreira profissional, histórias de outras pessoas, que presenciei ou me foram contadas, e, é claro, lendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me preocuparei eu um dia, por exemplo, falar sobre mercado de trabalho e no outro contar a história de um vizinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este será um blog com inspirações no parnasianismo (que pretensão a minha), que pregava a “arte pela arte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o blog está longe (e muito longe) de ser uma obra de arte aqui será a “escrita pela escrita”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreverei sobre tudo pelo simples prazer de escrever, de contar histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal todos nós temos um pouco de Forrest Gump.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/813520598475868715-6786474861898923040?l=malcontadashistorias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/feeds/6786474861898923040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=813520598475868715&amp;postID=6786474861898923040&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/6786474861898923040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/813520598475868715/posts/default/6786474861898923040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malcontadashistorias.blogspot.com/2007/12/escolha-do-nome.html' title='Escolha do nome'/><author><name>Léo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03440984976911591629</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/_BVWQSMmnX7M/R2coMLI05KI/AAAAAAAAABA/OJGAuUzJHik/S220/Leonardo1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
